quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Cana não terá lugar na Amazônia e no Pantanal. (Carlos Minc)

A Amazônia e o Pantanal Matogrossense estão fora do zoneamento ecológico e econômico para o plantio da cana-de-açúcar. A afirmação é do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, acrescentando que os estudos para a definição das áreas passíveis de plantio para posterior exploração de etanol estão em fase final de elaboração.

A expectativa é de que, até o fim deste ano, o estudo seja concluído.

- Não haverá novas usinas de cana na Amazônia nem no Pantanal - afirmou o ministro após audiência pública da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal.

Minc acrescentou que a preocupação do governo está na ampliação da área destinada ao plantio de alimentos, assunto que está sob discussão, neste momento, pelos técnicos do Executivo.

- Não basta não afetar áreas ambientais, nós queremos evitar que o aumento do etanol e do biocombustível causem carestia alimentar.

De acordo com o ministro, "o que está sendo afinado até o fim do mês é garantir a expansão da área de alimentos simultaneamente à expansão do etanol". Ele ressaltou que o primeiro plano brasileiro de mudanças climáticas prevê um aumento na produção do etanol em 11% ao ano.

Para que possa cumprir essa meta, o governo necessita de uma área nova de plantio de 6 milhões de hectares.

- Temos 60 milhões [de hectares] disponíveis e vamos escolher esses seis nos 60 milhões. O Brasil é o único país que tem terra para aumentar a proteção, aumentar o etanol e aumentar a produção de alimentos com a Amazônia e o Pantanal preservados.

 
ASCOM - MMA

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Comentário:

 
E o Cerrado? Vão sacrificar o cerrado? Quem decidiu isso? Que merda de Z. E. E. é esse, que decide o destino do Cerrado e despresa a Caatinga?


André Picardi


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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

PREFEITOS, ONDE ESTÁ A DIFERENÇA? PORQUE UNS REALIZAM MAIS QUE OUTROS?

Postado pela primeira vez em 20 de julho de 2008.

A diferença está na forma como se portam diante das situações, enquanto uns arrogantemente se colocam acima dos interlocutores, outros aprenderam ainda crianças que humildade cabe bem em qualquer situação e aprenderam também que humildade não quer dizer submissão.Aqueles que foram capazes de agregar esforços em torno de objetivos comuns, que não agravaram nem fortaleceram as divisões de suas comunidades, os que sabem diferenciar adversários de inimigos e que criaram relações harmônicas e positivas com os municípios vizinhos; estes construíram caminhos e alianças políticas sólidas.Com aliados de peso nos cenários políticos estadual e federal obtiveram sucesso no trabalho de captação de recursos juntos aos programas e projetos dos governos do estado e da união.Diferentemente, aqueles que não têm humildade e não sabem se impor com argumentos e respeito, jamais conseguem recursos para investimentos na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos do seu município. A arrogância não funciona como argumento, principalmente quando pesam sobre o político processos por mau uso do dinheiro público.Aquele cuja reputação é de desonesto não costura alianças políticas sólidas e com peso suficiente para ajudar na captação de recursos para a realização de uma boa administração.Prefeitos ruins e prefeitos desonestos são tão desastrosos para as suas comunidades que os efeitos de sua administração inconseqüente continuam a pesar sobre a administração seguinte por no mínimo mais dois anos. Acontece que os sucessores têm o primeiro ano de sua administração comprometido com o esforço de retirar a prefeitura das relações de municípios maus pagadores, municípios inadimplentes não podem ter acesso ao dinheiro de nenhum dos programas dos outros níveis de governo.Se tudo correr perfeitamente bem, ao final do primeiro ano a administração terá negociado as dívidas do mau prefeito e somente no segundo ano poderá apresentar projetos e concorrer a recursos que só serão liberados para execução já no terceiro ano do mandato.É por isso que algumas administrações, mesmo muito boas, só conseguem "mostrar serviço" depois da metade do mandato. Quando um bom prefeito é reeleito, os deputados estaduais e federais com quem trabalha e seus contatos nos governos do estado e da união ainda terão no mínimo mais dois anos de mandato. Isto garante a boa continuidade desde o início de um eventual segundo mandato.

André Picardi
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sábado, 4 de outubro de 2008

Direito de Resposta:

A Justiça Eleitoral concedeu direito de resposta à Coligação "SÃO ROQUE DE MINAS" para que seja esclarecido que o registro de candidatura de CAIRO MANOEL DE OLIVEIRA ao cargo de Prefeito do Município de São Roque de Minas NÃO FOI INDEFERIDA pelo Supremo Tribunal Federal, estando o pedido de registro da referida candidatura sub judice no Tribunal Superior Eleitoral, após recurso interposto pela Coligação "São Roque de Minas" contra o acórdão do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais que indeferiu o registro, não havendo ainda decisão definitiva sobre a questão.



sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Depois da tempestade, a bonança.

"Nos últimos dias uma nuvem negra pairava no ar de nossa cidade, sombras do passado pareciam ressurgir como bando de abutres atrás de carniça!

Felizmente aprendemos que as trevas não são nada mais que falta de luz.

Acendeu-se a lâmpada e o "bicho papão" correu pra debaixo da cama.


Viva a luz!"

(A. P. 13/08/2008)